quarta-feira, 20 de junho de 2012

De olho na rede


A internet pode ser definida como uma rede de usuários, desde pessoas à empresas como a Microsoft. Nessa são transmitidas imagens, textos, vídeos; enfim, informação. Os efeitos desse processo, positivos ou negativos, variam de acordo com o uso. Para os que pretendem evitar transtornos é necessário responsabilidade.

Um primeiro modo de demonstra-la seria estar atento ao que se fala: em um meio virtual, fala-se algo grosseiro ou até mesmo intolerante. Além de causar desconforto - como quando um amigo não capta a ironia - , é possível conter um crime; a exemplo de Mayara Petruso que perdeu seu estágio em um escritório de advocacia ao ofender nordestinos.

Outro seria evitar a publicação excessiva do cotidiano: já houve casos, por exemplo, de pessoas que foram alvos de criminosos, apenas porque esse monitoravam sua rotina pelo Facebook ou Orkut. Em casos mais extremos dados, que sequer foram repassados à rede, foram expostos na Internet; a exemplo do que recentemente aconteceu com Carolina Dieckman.

Um terceiro seria referente a ''políticas de privacidade. Corporações como o Google, a fim de estipular um perfil de consumidor do usuário, transferem dados dele à outras empresas; como poucos se informa sobre isso, acabam por, sem se dar conta, ter uma intimidade invadida.

Enfim, urge que os indivíduos preservem seus dados pessoais e, por outro lado, o Estado intervinha na forma como as informações são veiculadas via Internet, de modo a conciliar privacidade e liberdade.

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